A expressão de Séneca (Epodos, VII, 8) traduz a ideia de que aprendemos quando ensinamos: Homines dum docent discunt (Id., Cartas a Lucílio, 7-8).
domingo, novembro 21, 2010
quinta-feira, outubro 21, 2010
Pensamento do dia
"[...] amare autem nihil est aliud nisi eum ipsum diligere, quem ames,nulla indigentia, nulla utilitate quaesita, quae tamen ipsa exflorescit ex amicitia, etiamsi tu eam minus secutus sis." (Cícero, De amicitia, 100)
Tradução: '[...] amar não é outra coisa senão estimar aquele mesmo que se ama, sem nenhuma necessidade, sem procurar nenhum benefício, que brota da própria amizade, mesmo que não se procure tal benefício.' (Cícero, Da amizade, 100)
Tradução: '[...] amar não é outra coisa senão estimar aquele mesmo que se ama, sem nenhuma necessidade, sem procurar nenhum benefício, que brota da própria amizade, mesmo que não se procure tal benefício.' (Cícero, Da amizade, 100)
quarta-feira, setembro 01, 2010
segunda-feira, julho 05, 2010
domingo, julho 04, 2010
segunda-feira, junho 21, 2010
sexta-feira, maio 14, 2010
domingo, maio 09, 2010
sábado, maio 08, 2010
sexta-feira, abril 16, 2010
terça-feira, abril 06, 2010
Catulo
Difficile est longum subito deponere amorem,
Difficile est, uerum hoc qua lubet efficias:
Una salus haec est, hoc est tibi peruincendum,
Hoc facias, siue id non pote siue pote.
O di, si uestrum est misereri, aut si quibus unquam
Extremam iam ipsa in morte tulistis opem,
Me miserum aspicite et si uitam puriter egi,
Eripite hanc pestem perniciemque mihi.
Tradução:
É difícil de repente abandonar um longo amor,
É difícil, mas tu deves fazê-lo seja como for:
Esta é a única salvação, tens de o conseguir,
Deves fazê-lo, quer te seja ou não possível.
Ó deuses, se é próprio de vós compadecer-vos, ou se alguma vez
haveis prestado a alguém o derradeiro auxílio no momento da morte,
tende compaixão deste infeliz e, se vivi sem mácula,
arrancai de mim esta desgraça, este flagelo.
Difficile est, uerum hoc qua lubet efficias:
Una salus haec est, hoc est tibi peruincendum,
Hoc facias, siue id non pote siue pote.
O di, si uestrum est misereri, aut si quibus unquam
Extremam iam ipsa in morte tulistis opem,
Me miserum aspicite et si uitam puriter egi,
Eripite hanc pestem perniciemque mihi.
Catulo, Carmina
Tradução:
É difícil de repente abandonar um longo amor,
É difícil, mas tu deves fazê-lo seja como for:
Esta é a única salvação, tens de o conseguir,
Deves fazê-lo, quer te seja ou não possível.
Ó deuses, se é próprio de vós compadecer-vos, ou se alguma vez
haveis prestado a alguém o derradeiro auxílio no momento da morte,
tende compaixão deste infeliz e, se vivi sem mácula,
arrancai de mim esta desgraça, este flagelo.
terça-feira, março 23, 2010
Literatura Portuguesa do Século XX: Poesia
"A Fonte
Com voz nascente a fonte nos convida
A renascermos incessantemente
Na luz do antigo sol nu e recente
E no sussurro da noite primitiva."
A renascermos incessantemente
Na luz do antigo sol nu e recente
E no sussurro da noite primitiva."
Sophia de Mello Breyner, Dual
Fonte: Escritas.org
sexta-feira, janeiro 08, 2010
Elegia
Estne tibi, Cerinthe, tuae pia cura puellae,
quod mea nunc uexat corpora fessa calor?
Ah, ego non aliter tristes euincere morbos
optarim, quam te si quoque uelle putem.
At mihi quid prosit morbos euincere, si tu 5
nostra potes lento pectore ferre mala ?
(Sulpicia in Tibulle, Élégies, III, 17)
Tradução:
Tens tu, Cerinto, uma sincera afeição por esta tua amiga,
cujo corpo está agora atormentado e enfraquecido pela febre?
Ah! Não desejo livrar-me desta cruel doença,
a menos que sinta que tu também o queres.
Mas de que me valerá livrar-me da doença,
se tu és capaz de suportar, com coração indiferente, o meu mal?
(Sulpicia in Tibulle, Élégies, III, 17)
quod mea nunc uexat corpora fessa calor?
Ah, ego non aliter tristes euincere morbos
optarim, quam te si quoque uelle putem.
At mihi quid prosit morbos euincere, si tu 5
nostra potes lento pectore ferre mala ?
(Sulpicia in Tibulle, Élégies, III, 17)
Tradução:
Tens tu, Cerinto, uma sincera afeição por esta tua amiga,
cujo corpo está agora atormentado e enfraquecido pela febre?
Ah! Não desejo livrar-me desta cruel doença,
a menos que sinta que tu também o queres.
Mas de que me valerá livrar-me da doença,
se tu és capaz de suportar, com coração indiferente, o meu mal?
(Sulpicia in Tibulle, Élégies, III, 17)
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