quinta-feira, outubro 21, 2010

Pensamento do dia

"[...] amare autem nihil est aliud nisi eum ipsum diligere, quem ames,nulla indigentia, nulla utilitate quaesita, quae tamen ipsa exflorescit ex amicitia, etiamsi tu eam minus secutus sis." (Cícero, De amicitia, 100)

Tradução: '[...] amar não é outra coisa senão estimar aquele mesmo que se ama, sem nenhuma necessidade, sem procurar nenhum benefício, que brota da própria amizade, mesmo que não se procure tal benefício.' (Cícero, Da amizade, 100)

sábado, maio 08, 2010

A Romanização (parte 4)

A Romanização (parte 3)

A Romanização (parte 2)

A Romanização (parte 1)

Post-Roman World IV

Post-Roman World III

Post-Roman World II

Post-Roman World I

The Age of Great Empires VI

The Age of Great Empires V

The Age of Great Empires IV

The Age of Great Empires III

The Age of Great Empires II

The Age of Great Empires I

Indo-European Languages (part 2)

Indo-European Languages (part 1)

Latim

sexta-feira, abril 16, 2010

A expansão do cristianismo

O cristianismo

As Vias Romanas

Guerras Púnicas

As Guerras Púnicas

A expansão de Roma

Musica della Antica Roma - Etruria

A DOMVS ROMANA

A Look Into the Ancient Society

História Breve de Roma

terça-feira, abril 06, 2010

Catulo

Difficile est longum subito deponere amorem,
Difficile est, uerum hoc qua lubet efficias:
Una salus haec est, hoc est tibi peruincendum,
Hoc facias, siue id non pote siue pote.
O di, si uestrum est misereri, aut si quibus unquam
Extremam iam ipsa in morte tulistis opem,
Me miserum aspicite et si uitam puriter egi,
Eripite hanc pestem perniciemque mihi.

Catulo, Carmina


Tradução:

É difícil de repente abandonar um longo amor,
É difícil, mas tu deves fazê-lo seja como for:
Esta é a única salvação, tens de o conseguir,
Deves fazê-lo, quer te seja ou não possível.
Ó deuses, se é próprio de vós compadecer-vos, ou se alguma vez
haveis prestado a alguém o derradeiro auxílio no momento da morte,
tende compaixão deste infeliz e, se vivi sem mácula,
arrancai de mim esta desgraça, este flagelo.

terça-feira, março 23, 2010

Literatura Portuguesa do Século XX: Poesia

"A Fonte


Com voz nascente a fonte nos convida
A renascermos incessantemente
Na luz do antigo sol nu e recente
E no sussurro da noite primitiva."

Sophia de Mello Breyner, Dual


Fonte: Escritas.org

sexta-feira, janeiro 08, 2010

Elegia

Estne tibi, Cerinthe, tuae pia cura puellae,

quod mea nunc uexat corpora fessa calor?

Ah, ego non aliter tristes euincere morbos

optarim, quam te si quoque uelle putem.

At mihi quid prosit morbos euincere, si tu 5

nostra potes lento pectore ferre mala ?

(Sulpicia in Tibulle, Élégies, III, 17)


Tradução:

Tens tu, Cerinto, uma sincera afeição por esta tua amiga,

cujo corpo está agora atormentado e enfraquecido pela febre?

Ah! Não desejo livrar-me desta cruel doença,

a menos que sinta que tu também o queres.

Mas de que me valerá livrar-me da doença,

se tu és capaz de suportar, com coração indiferente, o meu mal?

(Sulpicia in Tibulle, Élégies, III, 17)

Artes Plásticas no Século XX: Modernismo

















Entrada, de Amadeu Sousa Cardozo







Fonte: Quadro

Língua Latina: adjetivos de 1.ª classe

Apresenta-se um breve texto poético, que me parece adequado para o estudo dos adjetivos da 1.ª classe e na unidade 1- Os mitos Greco-Latinos...